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sábado, 16 de dezembro de 2017

Astrologia e Poder



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"Nenhum homem está submetido a outro homem, mas pode estar submetido a ele politicamente, isto é, acidentalmente. Desta forma, os nascimentos [as cartas astrológicas] e as revoluções [planetárias] dos reis são causas universais para seus súditos"
Morin de Villefranche - Astrologia Gallica, sec.18
A astrologia pode ser utilizada como um instrumento a mais, entre tantos, para avaliar e sondar as tendências coletivas que podem se desenrolar ao longo do tempo, em uma nação. Guardadas as devidas proporções e mantida a possibilidade de livre arbítrio, espera-se que a interpretação astrológica, mais do que vaticinar eventos fatídicos, possa ser utilizada como um potente instrumento que amplie as escolhas dos vários grupos sociais e políticos em um regime democrático.

O mais antigo trabalho grego com relação às constelações


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O mais antigo trabalho grego com relação às constelações foi escrito por Eudoxo de Cnido (Phaenomena). Embora perdido, o original emprestou a base e o nome para que Arato, um poeta da corte macedônia, escrevesse seu longo poema. No Phaenomena, são descritas 44 constelações, sendo 19 ao norte, 13 zodiacais e 12 ao sul. Cláudio Ptolomeu, astrônomo alexandrino, cerca de 300 anos mais tarde, no livro 6o de seu Almagesto, adota o sistema de Hiparco e cataloga 48 constelações por nome e localização, atribuindo a cada estrela próxima da eclíptica características de um ou mais planetas. O Almagesto foi a base para todos os catálogos de estrelas posteriores.

Outros catálogos estelares importantes, bem posteriores, foram feitos por J Bayer (1603), J Flamsteed (1725), J Hevelius (1690), N de Lacaille (1751), entre outros. Cada um destes astrônomos, além da catalogação, criou métodos de classificação estelar e, ainda, outras constelações, como por exemplo a de Lacerta (Lagarto) ou de Camelopardalis (Camelo). A constelação do Cruzeiro do Sul (Crux Australis) foi incluída por Augustine Royer em catálogo de 1679. Essa constelação, próxima do Escorpião, tem estrelas como Gacrux, Acrux e Mimosa, que, além de serem consideradas, em astrologia política, relativas ao Brasil, têm um simbolismo que está associado à astrologia, astronomia, botânica e a poderes psíquicos.

Os gregos povoaram a esfera celestial com suas lendas e mitos acrescidos das que herdaram da Mesopotâmia e da Fenícia. Tales, o mais antigo astrônomo grego conhecido, era de origem fenícia. Em Hesíodo (Teogonia e Os trabalhos e os dias) e em Homero há referências a certas estrelas e constelações que têm relação com mitos sumérios. N' O Trabalho e Os Dias - um calendário/tratado para uso dos pastores gregos - Hesíodo faz referência às Plêiades, Híades, Orion, Sirius e Arcturus. Assim ocorre também nos Hinos Homéricos, em que há citações sobre as anteriores, além da constelação do Boieiro - e outras que são elencadas em Jó (do Antigo Testamento). A partir do sec VI a C, as constelações começam a aparecer nos registros de historiadores e poetas gregos: Aglaóstenes registra a Ursa Menor (Cinosura) e a translação de Aquila; Epimenides de Creta observa a translação de Capricórnio e da estrela Capella; Ferécides de Siros escreve sobre Orion, observando que, quando esta constelação se põe, o signo de Escorpião ascende; Ésquilo e Helano de Mitilene narram a lenda das 7 irmãs Pleiades, filhas do gigante Atlas, e Hécato de Mileto relaciona o mito da Hidra à constelação de mesmo nome.

Euctêmon, um astrônomo grego (séc. V a C), compila um calendário de estações no qual Aquário, Aquila, Cão Maior, Coroa Boreal, Cisne, Golfinho (Delphinus em latim), Lira, Orion, Pegasus, Sagitário e os asterismos Hiades e Plêiades estão ali mencionados, em relação ao tempo, às mudanças de estação. Neste calendário, solstícios e equinócios estavam associados aos signos. As chamadas estrelas fixas - em contraposição às estrelas errantes (os planetas) - constituem um dos mais antigos focos de interesse da humanidade. Registros históricos atestam que os primeiros assentamentos humanos do Neolítico já se maravilhavam com a observação delas. Ocupavam o plano mais alto e estável de tudo o que se movia aparentemente no céu.

Agrupadas nas constelações, as "estrelas fixas" ajudavam a orientação dos viajantes, marcavam início de colheitas, épocas de plantio, festas anuais e muitas outras atividades. Catálogos do Céu para ajudar o trabalho na Terra

A observação e atribuição de significados aos fenômenos celestes, no ocidente, estão registradas desde a Mesopotâmia


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A observação e atribuição de significados aos fenômenos celestes, no ocidente, estão registradas desde a Mesopotâmia. A astrologia que se ocupa de levantar mapas para saber os melhores momentos para tomar decisões ou encaminhar ações, responder perguntas, analisar eventos do mundo social, político ou individual -e que faz tudo isso com base em uma carta celeste que tem um ponto de início e divisões que podem começar em signos ou em um grau, carta esta que coloca neste círculo o Sol, a Lua e outros corpos celestes ou a Roda da Fortuna-, esta astrologia nasceu na Mesopotâmia.
Cada civilização foi, a seu tempo e a seu modo, atribuindo significados e recheando de lendas e mitos o que viam no céu. Assim, os planetas (as "estrelas errantes"), o Sol e a Lua descreviam um padrão ordenado que servia de contraponto simbólico aos eventos da Terra. O céu passou a ocupar o lugar de uma ordem maior, em contraposição à desordem terrena. (Um exemplo disso é a palavra KOSMOS, que em grego significa ORDEM, de onde se originou palavras como cósmico, cosmos).
Uma de presságios do período acádio, veja o seguinte trecho:
"A adivinhação não provocada e observacional requeria que o adivinho permanecesse passivo; a adivinhação provocada ou operacional demandava ativa intervenção no diálogo com a divindade. Ambas as formas desenvolveram-se na astrologia grega, a primeira lidava com a doutrina das influencias planetárias, nas quais as forças celestiais eram impingidas aos negócios humanos; a Segunda apareceu ocasionalmente no que ficou conhecido na Europa medieval como "interrogações", ou perguntas feitas e respondidas de acordo com complexas regras astrológicas. O diálogo político foi então expandido a uma série potencialmente ilimitada de perguntas e respostas a que reis, sacerdotes e deuses respondiam-nas a cada uma de suas iniciativas."
"Tanto quanto sabemos dos registros disponíveis, a astrologia mesopotâmica permaneceu em sua forma mais simples até depois do século 8 a C, quando parece Ter se iniciado a condensação dos registros astronômicos e os astrólogos formaram uma classe distinta de analistas políticos, que aconselhavam os imperadores assírios nos negócios diários, muito parecido com o moderno serviço civil que aconselha os mestres políticos. Seu propósito era implementar a liberdade de ação do monarca dentro dos limites prescritos pelos deuses, pelo tempo e pelos ciclos de existência"
- Nicholas Campion - The Great Year, pag 52-53.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O Jardim das Aflições



O filme, O JARDIM DAS AFLIÇÕES, do brilhante OLAVO DE CARVALHO, é um filme excelente, que eu gostei muito. Confesso que cheguei a me emocionar, no início do filme, quando ele faz referências ao sagrado que há na simbologia dos jardins. Realmente as grandes religiões estão ligadas a natureza, com uma simbologia muito forte nas matas ou na falta delas. Há uma grande importância no deserto, no que se refere a religião judáica e também cristã, mas, há também um símbolo de vida, de paraíso e de revelação, ligado ao jardim. Tudo começa realmente no Jardim do Éden, no contexto bíblico e tem uma passagem importantíssima na meditação do Cristo no Jardim das Oliveiras ou Getsêmani (Gesthēmani). Também, vemos no brilhante "Cânticos de Salomão", que segundo estudiosos é de autoria de um famosos rabino, várias citações aos jardins sagrados: "O Amado Entrei em meu jardim, minha irmã, minha noiva; ajuntei a minha mirra com as minhas especiarias. Comi o meu favo e o meu mel; bebi o meu vinho".

Foi uma grande sacada do Olavo, dá uma conotação ao seu filme documentário, com a forte simbologia do jardim. Que de todo modo, é o jardim, um símbolo de paraíso, de oasis e de vida. Todos sonham em uma vida após a morte, chegando num novo lar com bastante vida, árvores frondosas, lindas e límpidas cachoeiras, com lagos hipnotizantes. Mas, tem como já citei o jardim, onde o Cristo chrou lágrimas de sangue, por causa da tirania humana, do abuso dos poderosos e desonestos que precisavam de redenção e sempre precisarão de perdão em todas as gerações. E como o filme do Olavo foca política, poder e uma era de disputas ideológicas, a sacada da aflição em meio ao jardim, que deveria ser de harmonia, foi muito bem colocada. Eu não tenho o conhecimento do Olavo para fazer tais análises, apenas quis aqui postar minhas conotações e percepções, pois como eu disse, o trecho onde cita-se os jardins, como também aquela casa maravilhosa, onde Olavo diz viver, em meio ao verde e uma natureza pulsante, realmente mexe com a emoção de todos nós que amamos a natureza e queremos o contato com Deus e com o sagrado como um todo.

Nas religiões afrobrasileiras, o jardim também é muito sagrado, cabe a Ossaím, esse papel de cuidar das plantas, mas, no Candomblé fala-se muito no Jardim de Oxalá ou de Obatalá. Enfim, sabe-se que no reino e no palácio de cada orixá, haverá sempre o lugar sagrado do jardim da vida.

Parabéns ao mestre Olavo de Carvalho pelo filme e pelas análises brilhantes.

Carlinhos Lima

Astrólogo, Blogueiro e Escritor

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Laroiê! Ela é tipo cafeína pura, uma mistura de rotina. Com um pouco de adrenalina e aventura..

"Esperança é a única coisa mais forte que o medo." — Jogos Vorazes

Salve a senhora protetora! Pombagira ancestral

Ser uma mulher sensual, é quando se tem o senso ou sentido de que amor não resiste sem sexo de qualidade e sexo não perdura, sem amor como tripé. - (Cigana Cortesã)


Tem mulher que veio ao mundo pra causar: discórdia, ou paixão! Causar dor ou prazer! Tem aquelas que causam tudo junto que é muito perceptível ou as que são tão sucintas, que nem dá pra perceber. Mas, ruim mesmo é quem não causa nada. O ser humano vem ao mundo pra causar, mas, se causar que cause direito, tudo aquilo que lhe traga felicidade e nunca gere rancores!

Ela sabe o que faz, é um passo na frente mas dois pra trás, pra dar o bote eficaz. Ao menos no inconsciente e por não ter consciência disso, mulheres fatais acabam por viver fatos que não lhes satisfaz! Ela provoca depois ignora, mas ela é poderosa, ela é perigosa 💥. Assim é a energia de toda mulher fatal, sensual e misteriosa...

Mesmo o amor a primeira vista, sendo forte, intenso, sincero, com o nobre interesse especial de cuidar do outro, fazê-lo feliz, vivenciar os bons momentos e compartilhar os nobres sentimentos, ainda assim, e também nesse caso sempre há algo sexual que acompanha esse sentimento mais nobre, e é justamente isso que diferencia o amor à primeira vista do amor que posso sentir ao ver uma velhinha na chuva e imediatamente sentir o desejo de protegê-la estendendo o guarda-chuva. Enfim, há muitos tipos de amor, cada um pra cada tipo de situação, pois o amor tem muitas formas, muitas faces e muitas qualidades. Mas, o amor entre duas pessoas que se amam, num sentido carnal, onde o maior dos desejos é se conectar, se sentir corporalmente, este amor, tem sempre o tempero da libido, do desejo mais ardente e quando acontece num amor a primeira vista, ou num sentimento que explode na alma, ai, a felicidade só se revela, na união de corpos, sincronia de mentes e respeito espiritual. - (Filosofia de Umbanda Astrológica)

 Nem todo mundo é o que parece ser, sem sombra de dúvida, as aparências enganam! Muita gente que parece ser boazinha, tem veneno por dentro e muita gente que parece ser ruim, tem coragem pra servir e ajudar quem precisa, quando menos se espera. Por isso, não julguemos jamais as pessoas pela aparência e se tivermos que fazer um juízo de valor, que seja por seus atos explícitos! - (Filosofias de Umbanda Astrológica)

Namore alguém que canse seu corpo e não a sua mente.

Às vezes não é fácil de definir a fronteira entre o bem e o mal. Se não for impossível quando conectado ao plano dos sentimentos. (Harry Harrison)

Homens que tratam as mulheres com o maior respeito, raramente usam seu maior sucesso. (Joseph Addison)


No caso da paixão à primeira vista, a relação pode evoluir e se tornar uma relação de amor, mais especificamente se o componente de cuidar cresce e toma um lugar importante no coração da pessoa, junto do componente sexual. O que define se esse momento inicial sexual
se torna um amor maduro ou não é um mistério que ainda não conhecemos bem e que, talvez, jamais venhamos a desvendar. Mas, pra não nos sentir incapazes de uma avaliação, posso dizer que isso ocorre por obra do acaso. É hora de se impor, fazer com que alguém te ame, pelo que você é e não pelo que os padrões sociais querem impor. E o primeiro passo é ame a si mesmo e valorize-se...

Um homem apaixonado por si mesmo, tem a vantagem de que tem pouca concorrência. (Georg Lichtenberg)

Candomblé da Bahia: Vídeo registra expulsão de esposa de Mãe Stella do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá

Desavenças


A expulsão da psicóloga Graziela Domini, esposa da ialorixá Maria Stella de Azevedo Santos, conhecida como Mãe Stella de Oxóssi, do Ilê Axé Opô Afonjá, foi registrada em vídeo que circula nas redes sociais após a sacerdotisa deixar o terreiro. Nas imagens, é possível ver Mãe Stella e Graziela sentadas lado a lado, rodeadas de membros da casa, em meio a uma discussão. Em certo momento, integrantes da comunidade decidem expulsar Graziela, que também é filha do terreiro, iniciada há 20 anos, e ocupa o cargo de iyá egbé (mãe da comunidade) no Afonjá. Ela é puxada pelos braços e depois levada arrastada para fora da Casa de Xangô, que é patrono do terreiro. Graziela é pivô do conflito entre Mãe Stella, que coordena o templo desde 1976 e a comunidade (entenda). Ela decidiu deixar o Afonjá, que fica na localidade de São Gonçalo do retiro, e foi morar com Graziela em Nazaré, no Recôncavo Baiano. Veja abaixo o vídeo:

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O amor e a tradição humana de sofrer por alguém

“Tô sofrendo de uma doença chamada: Saudade.” — Clarice Lispector.

"A beleza é esse mistério bonito que nem a psicologia nem a retórica não decifram". - (Jorge Luis Borges)


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A maioria das pessoas, se questionada sobre o que é o amor, ou o que é estar enamorado, descreveria um sentimento de paixão sexual e desejo, com um matiz de obsessão. De fato, essas são forças fortes (sem qualquer redundância) no ser humano, mas, a meu ver, dizer que o amor
é isso é, no mínimo, uma visão simplista e ingênua da coisa. Caso assim fosse, não poderíamos falar de sentir amor por um irmão, por um amigo, pelos pais, ou pela natureza.

Na tradição judaica o amor não é um ideal, uma convicção, um princípio ou um belo conceito, mas sim uma obrigação, um dever, uma responsabilidade e uma ordem, como deixa entrever o versículo “Ama ao teu próximo como a ti mesmo” (Levítico 19:18).

A vontade do ser humano em querer cuidar, proteger e evitar o sofrimento da pessoa amada é amor, pura e simplesmente. Nesse elemento central componente do amor está pressuposto um sub-elemento: o do respeito. Por questões inerentemente humanas, não conseguimos sentir o desejo de cuidar e proteger alguém se não respeitamos essa pessoa minimamente.

“Cada história tem um final. Mas, na vida, cada final é um recomeço.” — Grande Menina, Pequena Mulher.

“Desculpa meu jeito, meu mal jeito, falta de jeito.” — Clarice Falcão.

O problema da mulher com M (de mania) é muito, sente muito, ama muito, o ciúme é muito, fala muito, e briga muito. Enfim, só suporta, quem gosta muito!!!

Tristeza para o Candomblé, por causa de rusgas desnecessárias na Bahia: 'Para lá não volto mais', diz Mãe Stella, sobre saída do Afonjá em meio a conflito

A ialorixá Maria Stella de Azevedo Santos -
Foto: Divulgação

Brigas no terreiro


A ialorixá Maria Stella de Azevedo Santos, 92 anos, a Mãe Stella de Oxóssi, se manifestou sobre a polêmica envolvendo sua saída do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, que coordena desde 1976. Ela está morando em Nazaré, a 216 km de Salvador, acompanhada da esposa, a psicóloga Graziela Domini, 55 anos. “Para lá, não volto mais”, declarou, em entrevista ao jornal A Tarde. A situação está conturbada entre Graziela e a comunidade do terreiro. O obá odofin (ministro de Xangô), Ribamar Daniel, presidente da Sociedade Cruz Santa do Afonjá, entidade civil que mantém o terreiro, relata que a psicóloga pagou seguranças armados para fazer a mudança da ialorixá. “Estou transtornado com essa situação. Meu sentimento é de pesar, dor e angústia”, afirma. Mãe Stella afirma, porém, que não quer retornar. “Lá é muito tumultuado. Não estou com vontade de voltar mais. Eu saí porque estava muita pressão [estavam] querendo botar filho de santo para fora. Aqui dou uma descansada, fico longe disso”. Ao ser questionada sobre o conflito entre os outros filhos do Opô Afonjá e Graziela, ela afirmou: “Para você ver o que é loucura de gente, meu filho!”. Iniciada para Iemanjá, Graziela é filha do terreiro há 20 anos e ocupa o cargo de iyá egbé (mãe da comunidade), que tem a função de aconselhar a comunidade. Ela não é bem aceita desde que foi morar com a sacerdotisa, com quem está desde 2005. Graziela foi acusada de retirar móveis e vender obras de arte da casa, de fechar o Museu Ilê Ohun Lailai, que foi criado em 1982, e de substituir a sacerdotisa em rituais reservados. As denúncias são relatadas em uma carta assinada por 71 membros do terreiro. De acordo com Ribamar Daniel, houve revolta pela mudança de Mãe Stella, o que resultou em denúncias contra a esposa de Mãe Stella na Justiça. Na ação, a comunidade pede que um cuidador seja nomeado para acompanhar a líder espiritual e administrar sua vida. Ele conta que já presenciou agressões verbais de Graziela contra a sacerdotisa e que a psicóloga comprou uma sepultura para ela. “Ela acaba a autoestima de Mãe Stella, diz que é velha, que ia ficar cega e morrer”, afirma. Procurada, Graziela Domini negou que tenha vendido obras de Carybé que compõem o patrimônio do terreiro, mas informou que as esculturas serão leiloadas. “Preciso manter ela”, disse. Ela disse que enviaria documentos ao A Tarde comprovando a união estável, mas mandou somente uma declaração, assinada por uma tabeliã do 12ª ofício de notas, onde a ialorixá estabelece que as decisões sobre sua saúde serão tomadas em conjunto com Graziela. “Eles não podem tirar minha esposa”, afirmou, garantindo que Mãe Stella “está lúcida”. Sobre sua participação nos jogos de búzio, ela cita a baixa visão da ialorixá, que sofre com aterite temporal (inflamação nas artérias). “Sou os olhos dela. Eu digo a posição queda dos búzios e ela interpreta”, relatou. “Sou uma pessoa que não preciso de nada, sou uma monja, tenho casas, fazenda. Não preciso de Mãe Stella”. A psicóloga afirma que cinco homens, filhos do terreiro, expulsaram da casa e o que teria causado uma das recentes internações da ialorixá. “Depois disso eu proibi visitas”, disse. Ela informou que comunicou à Delegacia do Idoso e à promotora Lívia Vaz, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que iria viajar com Mãe Stella para Nazaré. “Ela não é uma instituição pública, é um ser humano com vontades. O papa se desligou, Mãe Aninha se desligou, foi para o Rio de Janeiro, e ninguém morreu por isso”, disse Graziela.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Signos do Zodíaco e os elementos: doze tipos básicos bastante diferentes




Cada um dos doze signos astrológicos pertence a um determinado elemento em um dos seus estados. Isto dá-nos doze tipos básicos bastante diferentes. Estas qualidades variáveis dão estrutura às posições planetárias. Como cada horóscopo tem diferentes planetas em diferentes signos, nunca pode existir um Carneiro "puro" ou um Gémeos "puro". Cada horóscopo é normalmente uma combinação de partes muito variada, muito complexa e altamente individual. Para compreender os signos, devemos tomar em consideração as características típicas dos elementos, bem como as características próprias dos planetas associados aos signos. E cada planeta, signo, casa, aspecto e elementos, tem ligação com um orixá, anjo ou vibração cósmica atuante... O facto de os signos astrológicos estarem associados a certas constelações astronómicas gerou grande confusão entre os astrólogos e não-astrólogos. Basicamente, o nosso zodíaco e os signos são não mais do que uma escala circular de 360 graus. Cada uma das doze secções deste círculo tem determinadas características, baseadas em qualidades associadas com os elementos. A tradição vê o universo constituído pelos elementos fogo, ar, água e terra. Quando aplicamos este sistema às personalidades, os elementos representam certos traços básicos e dão um certo "temperamento". Isto varia de acordo com a ênfase dos elementos no horóscopo. Qualquer posicionamento dos planetas ou pontos pessoais num signo constituem uma ênfase. Os quatro elementos podem ser vistos como os quatro princípios básicos de vida. Isto pode ser aplicado a todo o género de coisas segundo os princípios da similaridade e analogia. C.G. Jung abriu a porta para um moderno entendimento destas categorias, desenvolvendo uma tipologia, em que cada um dos elementos corresponde a quatro funções básicas da psique. A ênfase ou não-ênfase dos elementos no horóscopo individual, revela aspectos fundamentais da personalidade. Fontes tradicionais ocidentais também consideram um quinto elemento a "quinta essência". Esta descreve simplesmente a alma ou o ser espiritual de uma pessoa. Fica separado dos outros quatro elementos e não é descrito no horóscopo. Esta é a razão por que é frequentemente desprezado. Leva-nos para além da doutrina dos quatro elementos e da sua aplicação no campo da astrologia. Refere-se à liberdade do homem e alerta-nos para o grande mistério da eternidade. Estados elementares ou Qualidades Cada um dos quatro elementos encontra-se em três estados ou qualidades, respectivamente chamados de cardeal, fixo e mutável ou estado comum. Podemos considerar as propriedades físicas da água como analogia: nela também, os elementos químicos se encontram em vários estados. A água, por exemplo, é líquida no seu estado normal, real. Visto astrologicamente, este seria o estado cardeal. Quando congelada fica em forma sólida, astrologicamente este corresponde ao estado fixo. Quando aquecida, transforma-se em vapor de água – comparável ao estado mutável em astrologia. No horóscopo individual, o posicionamento dos planetas em signos cardeal, fixo ou mutável também mostram os traços básicos da personalidade

Arte é tudo aquilo que fazemos por amor verdadeiro

Se existe tradução para amor, ela têm o nome da pessoa amada em alguma parte. Além da formula de seus desejos e a receita da compreensão do outro. - (Maria Rosa)

Desastre é tudo aquilo que fazemos por estupidez

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Arte é tudo aquilo que fazemos por amor verdadeiro. Desastre é tudo aquilo que fazemos por estupidez. Erro é tudo aquilo que fazemos por descontrole e virtude, é tudo aquilo que fazemos com sabedoria! Já o pecado, é tudo aquilo que fazemos mais inclinado ao mal e a morte, do que a vida ou ao bem das pessoas, como também ao nosso. 

Cada pessoa tem seu próprio mundo, sua própria história e vê a vida com as cores que aprendeu a observar! Por isso o maior erro das pessoas, em matéria de amor, é tentar dominar ou entender o mundo do outro. Temos apenas que fazer parte, nos integrar ou nos conectar, jamais querer interpretar ou possuir! - (Filosofias de Umbanda Astrológica)


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Astrologia: A sagrada arte milenar que sempre encantnou a humanidade

foto reprodução

Mesmo sofrendo duros ataques dos insensíveis, ela resiste as eras e civilizações


A Astrologia é um conhecimento multimilenar, praticado por todos os povos da Terra. Costuma-se situar suas origens nas civilizações mesopotâmicas, principalmente entre os caldeus – povo que viveu na região compreendida pelo Golfo Pérsico, deserto Árabe e às margens do Rio Eufrates – o atual Iraque.

A história conhecida dos caldeus não abrange mais que três ou quatro séculos, entretanto, Cícero, o célebre Senador romano, num de seus livros, afirma que os caldeus possuíam registros das posições estelares que compreendiam um período de milhares de anos. Diodoro de Sícolo amplia esse período para não menos de 473 mil anos.

Alexandria foi, durante alguns séculos, a Meca científica da Antiguidade. Heródoto, o próprio Pitágoras e Tales de Mileto ali estiveram para estudar e serem iniciados nas altas ciências. A Esfinge de Gizé, por exemplo, é, além de um templo onde se faziam cerimônias de iniciação, uma síntese simbólica dos quatro elementos da Natureza, tais como utilizamos no estudo astrológico atual.

Laroyê Exu, Laroyê Pombagira


Que produção linda , simples, porém é de arrepiar.
Laroyê Exu, Laroyê Pombagira.
O Sino da Igrejinha - "Ôô Gànga''


Fonte: É d'Axé

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Fé e religião: Oito dúvidas sobre Jesus Cristo já respondidas pela ciência

(Thinkstock/)

O personagem histórico difere muito daquele retratado pela Bíblia, a começar pelo fato de que o Natal pode não ser a verdadeira data do nascimento de Cristo


A existência de Jesus Cristo não é uma questão de fé, mas de ciência. Ao menos é o que diz a maioria dos historiadores, que considera um consenso que a figura central do cristianismo, de fato, existiu em carne e osso. A questão é que o personagem histórico estudado pelos acadêmicos difere em vários aspectos daquele retratado pela Bíblia e outros registros. Para começar, não existe nenhuma prova de que Jesus nasceu em 25 de dezembro, data em que comemoramos o Natal – o dia foi escolhido pela igreja para coincidir com uma festa pagã já existente, que celebrava o nascimento de Mitra, o deus do Sol. Além disso, os historiadores já sabem que aquela imagem de um Jesus branco de olhos azuis e feições europeias, provavelmente, não é verdade. Isso porque ele nasceu na Galileia, uma região que fica ao norte de Israel – e é muito mais provável que ele tenha traços parecidos com a população local (moreno, com cabelos curtos e cacheados) do que com as pessoas que vivem em outro continente. Mas a aparência e a data de nascimento do Jesus histórico são apenas algumas das dúvidas que que intrigam os pesquisadores. Abaixo, confira oito perguntas e respostas que a ciência já conseguiu responder.

1. Os autores dos Evangelhos conheceram Jesus?
A maior parte dos historiadores concorda que nenhum dos evangelistas foi testemunha ocular da vida de Jesus. Os Evangelhos, na verdade, faziam parte de uma grande variedade de textos que circulavam nos primeiros séculos depois de Cristo e representavam o que algumas das comunidades cristãs pensavam (os Evangelhos que foram deixados de lado pela tradição católica se tornaram conhecidos como apócrifos). Os textos têm autoria anônima, e os pesquisadores possuem poucas informações sobre sua exata origem geográfica. O que se sabe é que eles foram criados a partir de relatos, memórias, tradições e textos mais antigos, que circulavam entre as primeiras comunidades cristãs. Eles teriam sido escritos entre o ano 60 e o 120, e só no século II é que seus autores foram atribuídos — o primeiro Evangelho a Marcos, e o último a João. Com o passar dos séculos — e com a ortodoxia cristã tendo relações cada vez mais próximas ao Império Romano — surgiu a preocupação de delimitar exatamente quais os textos que guardavam a memória verdadeira sobre Jesus. Por volta do século IV, depois de sérias disputas teológicas, a Igreja finalmente escolheu quais haviam sido inspirados por Deus — criando o cânone do Novo Testamento. "Decidiu-se assim quais textos seria destruídos e quais preservados, e quais tradições cristãs seriam perseguidas e quais aceitas pela Igreja", diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da UFRJ e autor dos livros "Jesus Histórico - Uma Brevíssima Introdução" e "Cristianismos: Questões e Debates Metodológicos" (Editora Kline), em entrevista ao site de VEJA. Dentre os textos do Novo Testamento, aqueles que os historiadores atribuem, de fato, a alguém que conviveu com Jesus são as encíclicas escritas por Paulo — pelo menos sete delas teriam sido ditadas pelo apóstolo. "Na forma como o Novo Testamento está organizado, os quatro Evangelhos aparecem antes dos textos de Paulo. No entanto, as encíclicas foram escritas primeiro. O pesquisador tem de começar a ler por elas — assim fica mais fácil entender a evolução das primeiras comunidades cristãs."  
2. Como era a família de Jesus?
A família de Jesus é citada em diversos pontos das escrituras, de Maria e José até seus irmãos e primos. No Evangelho de Marcos, o primeiro a ser escrito, seus parentes são mostrados de forma bastante distanciada. Em certo momento, eles tratam Jesus como maníaco, afirmando que suas atividades como pregador só poderiam ser fruto da loucura. Jesus se afasta, e passa a defender uma nova percepção de família, formada por aqueles que estão juntos dele, fazendo a vontade de Deus. Nos outros Evangelhos, no entanto, a família é mostrada como sendo muito mais próxima do movimento de Jesus — com destaque especial para a figura de Maria, presente em momentos-chave da história. Em Atos dos Apóstolos, o livro bíblico que narra o que acontece com os discípulos após a ressurreição, a família recebe ainda mais destaque: os parentes de Cristo estão entre os principais pregadores da nova religião cristã que passa a ser construída. Dessa vez, o destaque fica para Tiago, irmão de Jesus e um dos principais líderes do cristianismo primitivo. "Do primeiro texto, em que a família vê Jesus como um louco, ao último, onde são eles que levam adiante o cristianismo, parece haver uma contradição — mas não necessariamente. Pode ser que, com o passar do tempo, a família tenha se reaproximado de Jesus, e tomado seu lugar na Igreja", diz André Chevitarese. A citação bíblica aos irmãos de Jesus é alvo de grandes discussões entre acadêmicos e teólogos, pois pode afrontar uma das principais crenças da igreja católica: a da virgindade de Maria. Ao longo dos séculos, os teólogos católicos esboçaram possíveis explicações para isso. Uma delas diz que eles seriam, na verdade, meios-irmãos de Jesus, filhos de um primeiro casamento de José. Outra explicação afirma que o termo grego utilizado no texto bíblico original pode significar tanto primo quanto irmão, e teria havido uma confusão nas traduções. Essa segunda interpretação também pode estar correta. "A noção de família que se apresenta no contexto do século I mediterrâneo é muito diferente da atual. Ela é uma família extensiva, onde todos os parentes orbitam em torno de uma figura masculina mais velha. Nesse ambiente, o primo pode, sim, ser um irmão."
3. João Batista existiu?
Assim como Jesus, João Batista é um personagem histórico. Segundo diversas fontes da época, ele era um importante pregador judeu que viveu na Galileia durante o século I. O tipo de movimento messiânico comandado por João e Jesus era bastante comum na época. Esmagados pelo Império Romano, os camponeses judeus eram levados a esperar pela intervenção de um salvador que fosse mudar os rumos da história. O historiador judeu Flávio Josefo cita dezenas de candidatos a messias em seus textos. Segundo as fontes históricas, o movimento liderado por João Batista chegou a ser, por certo tempo, mais importante que o de Jesus. "O número de páginas que Josefo dedica a Batista é muito maior do que o dedicado a Jesus. O historiador narra como Herodes reconhece sua força e manda matá-lo. Isso mostra que era Batista quem realmente desafiava Roma em sua época", diz André Chevitarese. Na verdade, segundo os historiadores, Jesus pode ter sido um discípulo de João Batista — teria sido com ele que aprendeu a batizar, exorcizar e a desafiar as autoridades romanas. Acontece que, em algum momento, discípulo e mestre romperam. "As ideias dos dois eram muito diferentes. Enquanto João acreditava em preparar o caminho para um personagem divino intervir na história, Jesus dizia que essa personagem já veio, e era ele mesmo", diz o pesquisador. Os próprios Evangelhos podem servir para mostrar o quanto João Batista era importante em seu tempo histórico. Segundo os pesquisadores, a necessidade que os evangelistas demonstram ter de citá-lo em seus textos se deve ao fato de sua memória ainda continuar forte no século I. Assim, os autores precisam mostrar que esse personagem, que até então permanecia independente do cristianismo, poderia ser amarrado à sua própria teologia. "Os cristãos tiveram a necessidade de mostrar que João Batista enxergou em Jesus o Messias. Assim, eles conseguiram demonstrar ainda mais o valor de Jesus."
4. Jesus sabia ler?
Jesus demonstra saber ler em dois momentos da Bíblia. O primeiro deles acontece no Evangelho de Lucas, quando ele entra em uma sinagoga na cidade de Nazaré e começa a ler textos escritos pelo profeta Isaías. O segundo é mostrado no Evangelho de João, onde Jesus aparece escrevendo. Logo depois de intervir no apedrejamento de uma mulher — usando o conhecido desafio de "quem nunca tiver pecado que atire a primeira pedra" — ele se abaixa e começa a escrever no chão. O problema é que ambos os trechos apresentam problemas. Não existe nenhum indício de sinagoga em Nazaré e, mais importante, o verbo grego para ler é o mesmo para memorizar — Jesus poderia simplesmente ter decorado a passagem de Isaías. Ao mesmo tempo, o trecho tirado do Evangelho de João (capitulo 8, versículo 8) é bastante discutido entre os pesquisadores. Muitos deles vêm a passagem como uma alteração tardia feita à Bíblia, adicionada já no século V. A verdade é que as estimativas dos historiadores mostram que entre 95% e 98% da população que vivia naquela região do mediterrâneo era analfabeta. Seria natural que Jesus, um camponês pobre que nasceu e nunca saiu daquele ambiente, estivesse dentro dessa estatística. "Na verdade, o maior incômodo com o fato de Jesus ser analfabeto vem do mundo contemporâneo. Hoje, se assume que uma liderança — politica, religiosa ou econômica — precisa ter feito até faculdade, quanto mais saber ler. Mas essa não era uma demanda dos discípulos."  
5. Qual era a religião de Jesus?
"Jesus nasceu judeu, viveu judeu, e morreu judeu", responde André Cheviterese. Foi só nos séculos seguintes à sua morte que a Igreja começou a se distanciar do judaísmo e a se aproximar do Império Romano. Nesse processo, a teologia cristã vai se tornando cada vez mais arredia aos judeus, resvalando até no antissemitismo — o que transparece nos Evangelhos, principalmente no de João. "Acho que a base para se entender isso está na tensão que é criada entre a comunidade cristã joanina [que se pretendia seguidora do apóstolo João] e a religião judaica. A partir da década de 80 do século I, seu proselitismo se torna tão agressivo que eles são expulsos das sinagogas. A partir daí, se tornam muitos hostis", diz o pesquisador. Assim, no Evangelho de João (capítulo 8, versículo 44), Jesus se refere aos judeus como Filhos do Diabo, adoradores de um Deus homicida e mentiroso. Do mesmo modo, a narração deixa de mostrar Jesus sendo morto de forma sumária pelos romanos. Segundo os textos, ele é assassinado a pedido dos judeus — Pôncio Pilatos até lava as mãos. "Essas passagens não deixaram de ser repercutidas desde então, e foram usadas, inclusive, para perseguir os judeus. Por sorte, a Igreja se desviou dessa visão nas últimas décadas", afirma o historiador.
6. Jesus seria casado com Maria Madalena?
Maria Madalena é uma das figuras mais importantes e disputadas de todo o cristianismo. Ela costuma ser usada como a prova de que Jesus teria apóstolos e apóstolas — o que contraria a doutrina religiosa de só permitir padres do sexo masculino. Mais que isso, ela é uma personagem central dos Evangelhos, pois é a primeira a visitar o sepulcro de Jesus e perceber que seu corpo não estava lá — e a primeira a reconhecer o Cristo ressuscitado. Do século I ao IV, houve uma grande disputa dentro do cristianismo para decidir se mulheres poderiam ou não assumir funções de proeminência nos ritos religiosos. "No ano 591, o papa Gregório Magno proferiu uma homilia onde juntava duas personagens diferentes citadas no Evangelho de Lucas. Ele afirma que uma mulher vista como pecadora (uma prostituta) e Maria Madalena eram a mesma pessoa. Desse modo, sugere que as mulheres são demoníacas", afirma Chevitarese. No século XIX, a Igreja finalmente voltou atrás: Maria Madalena deixa de ser prostituta e é promovida a santa. Mesmo assim, sua imagem como pecadora continua entranhada no imaginário cristão. Quanto às teorias que defendem seu casamento com Jesus, elas têm origem em uma passagem do Evangelho de Felipe, um dos livros apócrifos, onde os dois personagens aparecem se beijando. "Analisando esse trecho com os olhos de hoje, alguns pesquisadores enxergaram um elemento erótico na cena. Mas no mesmo evangelho Jesus beija seus apóstolos homens. Isso não tinha nada de anormal. Usar isso para afirmar que Jesus tinha um caso com Maria Madalena passa longe de fazer história."
 7. Jesus foi traído por Judas?
Os pesquisadores costumam concordar que Jesus foi traído e entregue por um de seus discípulos para o exército romano. Mas o traidor é desconhecido. A figura de Judas — desde seu nome até seus trejeitos — parece ter sido criada sob medida para objetivos teológicos. "Ele é fruto de uma teologia evidentemente antijudaica. Seu nome remete a Judá, a Judeia. Suas características também vêm das caricaturas que se fazem dos judeus: ele ama o dinheiro, é traidor e ladrão. Do século 2 em diante, isso vai, de novo, ser usado como ferramenta antissemita. Quando pensado em seus efeitos de longo prazo, isso é muito cruel. É só lembrar da malhação de Judas, por exemplo", diz Chevitarese. As próprias narrativas da morte de Judas servem como exemplo de que o personagem é mais fruto da teologia do que de história. No Evangelho de Mateus, ele se enforca. No Ato dos Apóstolos, ele tropeça, rasga a barriga e morre. E nos textos de Papias, um autor cristão contemporâneo ao Evangelho de João, ele come até explodir.  
8. Jesus foi crucificado?
A crucificação é, sim, um fato histórico. Já o contexto que a cerca, como o julgamento de Jesus e a via-crúcis, não é. Ser pregado em uma cruz era a penalidade aplicada pelos romanos aos escravos que matavam seus senhores, aos escravos que se rebelavam e aos rebeldes políticos — categoria onde Jesus poderia ser facilmente incluído. O historiador Flávio Josefo, por exemplo, cita uma cena onde milhares de judeus foram crucificados após uma rebelião em Jerusalém. Quanto à Via Crúcis e ao julgamento, eles dificilmente seriam realizados pelo governo romano naquelas circunstâncias. Jesus foi preso em Jerusalém, na sexta-feira que antecede a Páscoa. Acontece que nessa época do ano a cidade estava lotada de judeus de todos os cantos, desde o Mediterrâneo até o Oriente Médio, vindos para as festividades. Além disso, a Páscoa judaica não é uma festa apenas religiosa, mas também política — ela celebra a passagem dos hebreus da escravidão para a liberdade. "Nesse ambiente explosivo, é claro que as autoridades romanas não iam prender uma liderança judaica, fazer um julgamento público e colocá-lo para desfilar de forma humilhante pela cidade, arrastando uma cruz. Isso seria uma provocação desnecessária, um tiro no pé", diz Chevitarese. Pôncio Pilatos é um personagem histórico. Os pesquisadores sabem, a partir de escavações arqueológicas da década de 1960, que ele realmente foi um procurador romano radicado na região da Judeia. Mas não existe nenhum registro dos ritos seguidos pelo personagem na Bíblia. As autoridades romanas, por exemplo, nunca se ofereceram para soltar um prisioneiro judeu, a gosto do público. "Essas passagens foram colocadas para reforçar o caráter messiânico de Jesus. Elas são baseadas em profecias do Antigo Testamento, mas sua plausibilidade histórica é zero."
Da redação da Veja

sábado, 25 de novembro de 2017

Astrologia: O que é a Era de Aquário?

ILUSTRA Laz Muniz

Segundo a astrologia, é a atual "era cósmica", regida por esse signo - que favorece a comunicação rápida, a busca pelo futuro e a oposição ao autoritarismo

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É uma das chamadas “eras cósmicas”, um conceito astronômico e astrológico. Elas são definidas principalmente a partir da relação de dois movimentos da Terra (a precessão dos equinócios e a variação da obliquidade do eixo terrestre) com as constelações zodiacais. Nos anos 60, se popularizou a crença de que essa “nova era” traria uma nova fase para a humanidade.

PAPO DE LOUCO
A precessão dos equinócios é um movimento que causa a mudança da orientação do eixo da Terra. Confira-o no vídeo acima. Graças a ele e à variação na obliquidade desse eixo, o ponto em que o Equador celeste toca a linha da eclíptica (chamado de Ponto Vernal) percorre todas as constelações zodiacais em 25 mil anos. Como são 12 constelações, fica cerca de 2 mil anos em cada uma.

NOVO MILÊNIO, NOVA ERA
Apesar de esses cálculos matemáticos fundamentarem as eras, não há precisão em relação ao início e ao fim delas. Astrônomos acreditam que a Era de Aquário, cuja constelação está sendo indicada pelo ponto hoje, começará só no ano de 2600. Já os astrólogos acham que ela teve início em janeiro de 2001, quando começou o terceiro milênio.

AQUARIANOS NO COMANDO
Para os que acreditam na influência zodiacal na vida humana, a Era deAquário já começou. Basta notar como esta época está marcada por aspectos próprios desse signo, como a comunicação rápida (via web e satélites), a busca pelo futuro (que causou o avanço da tecnologia) e a oposição ao autoritarismo (defesa da liberdade individual).

O PRÓXIMO REGENTE
Como o movimento do Ponto Vernal é inverso ao deslocamento da Terra em relação às constelações, a ordem das eras cósmicas é oposta à dos signos. Ou seja, daqui a 2 mil anos, estaremos sob a influência de Capricórnio: será um período de olhares voltados à nossa origem e à base da humanidade, um traço típico dos capricornianos.


AS ERAS CÓSMICAS ATÉ AGORA

Leão: de 10001 a 8000 a.C.
Câncer: de 8001 a 6000 a.C.
Gêmeos: de 6001 a 4000 a.C.
Touro: de 4001 a 2000 a.C.
Áries: de 2001 a.C. a 0
Peixes: de 1 a 2000 d.C.
Aquário: de 2001 a 4000 d.C. (ESTAMOS NESTA AQUI)
Capricórnio: de 4001 a 6000 d.C.

CONSULTORIA Regina Braga, astróloga e escritora, autora do livro A EraCósmica: Aquário
Por Lucas Ebbesen/Munto Estranho

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A única credencial de Jesus era ele mesmo



A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.

Jesus é Deus?
Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral? Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.

Religião: Jesus com outros grandes líderes



Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões. Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”. A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”



JESUS, UM GRANDE HOMEM OU DEUS?

O estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Mulheres especiais: "fio da navalha emocional"


A maioria das mulheres sensitivas


A maioria das mulheres sensitivas, médiuns, bruxas, cartomantes e astrólogas, são mais sensíveis e estão sempre no "fio da navalha emocional", e quando o assunto é a libido, mais baratinada ainda elas são... geralmente elas ou são inclinadas a desejos depravados e se deixam levar por eles, ou, desenvolvem um falso puritanismo... de qualquer forma, isso provocado por um Orí, não iluminado ou descontrolado, é pelo fato de estarem o tempo todo acessando o inconsciente coletivo, quase sempre sem primeiro se autoconhecer. Vai também do signo de cada uma, do ambiente onde cresceram, da influencia familiar, mas, geralmente são pessoas que vão passar a vida toda brigando com o amor, tanto externo, quanto externamente. Outro fator que mina todas as relações é que geralmente elas agem por impulso, em descontrole e passam a adotar fetichismos, tanto no âmbito sexual, quando no subconsciente... muitas vão promover eventos bizarros ao longo da vida e colocar seu carma e espiritualidade em risco constantemente. E ainda tem a escolha oculta que cada uma faz, tem as que decidem por um certo conhecimento mais científico ou psicológico, outras vão pelos caminhos da magia, da religiosidade, enfim, uma serie de caminhos. No entanto, vão quase sempre dá num mesmo tipo de comportamento, com conceitos distorcidos, fora dos padrões femininos vigentes, pois tendem a criar eventos e opções só suas. Começam também a admirar coisas, que elas acham que são mágicas, mesmo que não sejam, ou a criar fantasias sexuais.... tudo isso porque elas estarão muito mais num raio de ação de energias ocultas que as mulheres comuns. Por temer essa capacidade de devaneio das mulheres que acabam sendo perigosos, pois quando elas são místicas, podem desenvolver egrégoras, fortíssimas, foi que os representantes espirituais do patriarcado, decepou muitas linhagens - erroneamente, lógico, mas, não sabemos até que ponto foi errado, pois o astral superior sabe bem no que e o porque que certas coisas poderiam trazer frutos amargos pra raça humana. O certo é que muitas mulheres que se acham donas de seu livre-arbítrio, armadas de um baralho de tarô, incentivadas por cursistas idiotas, que nada entendem da verdadeira essência do tarô, são incentivadas a gastarem sua mediunidade, bagunçando seu subconsciente, e ligando-as ao inconciente coletivo de forma perigosa, bizarra e desastrada...


O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos


Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?


O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conhecia os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso (Para obter informações mais detalhadas sobre as afirmações de Jesus a respeito de sua divindade, consulte “Jesus afirmou ser Deus?”).



Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?
Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.” Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.” Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”, “EU SOU o único caminho para Deus” ou “EU SOU a ‘verdade’. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi). O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.



Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”. Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”
 

Jesus afirmou ser Deus?
Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.

A forma de ver os elementos justifica a ligação entre astrologia e alquimia



Os escritos dos filósofos da Renascença, porém, levam a supor que o ocidente também via os elementos como forças sutis que se manifestariam através de transformações recíprocas. É o que se depreende do texto enciclopédico de Cornelius Agrippa, De occulta philosophia. Esta forma de ver os elementos justifica a ligação entre astrologia e alquimia, que ocorria naquela época. Também na Índia se vê a aplicação deste conceito de elementos que entram em partes equilibradas na composição da matéria, quando a medicina aiurvédica tenta equilibrar os três humores: vento, fogo e terra. O nome de Elemental é dado então em função da mônada atuar sobre reinos que possuem a mesma denominação dos quatro elementos: ELEMENTAL =  ELEMENTOS

À partir do reino da água as estruturas ficam mais complexas, aparecem na água os primeiros seres vivos e a partir deste reino até o reino das matas a mônada passa a receber a denominação de ELEMENTAR. Recebe a denominação de Elementar devido a mônada passar a atuar em campos estruturais de seres mais complexos, mas ainda bastante ELEMENTARES. (Seres elementares)
Nos reinos da mata e da humanidade a mônada pode receber outras denominações, por exemplo: Almas grupo, Encantados naturais etc... Quando a mônada espiritual atinge a etapa evolutiva do Reino da Humanidade, passa a atuar sobre estruturas mais complexas, passa a ser chamada de ESPÍRITOS e é nesta fase que se encontram todos os humanos, espíritos encarnados.
Naturalmente que nesta fase de espíritos, encontramos várias denominações, de acordo com o grau evolutivo do espírito (mônada) e da sua atividade, comportamento etc... Quando a mônada evolui da fase de espírito, ela deixa o Reino da Humanidade e passa a atuar diretamente no Reino das Almas. Nesta fase evolutiva a mônada passa a receber várias denominações diferentes , que podem ser por exemplo: espíritos puros, mestres, santos, anjos, arcanjos, orixás etc... (Angelitude). Nesta fase evolutiva a mônada atua sobre campos estruturais de maior complexidade e responsabilidade.

Não é possível determinar quando se inicia o processo evolutivo da mônada, sua data de criação, da mesma forma que não podemos determinar quando a mônada atinge seu ápice evolutivo, podemos afirmar que esta caminhada é eterna, pois o universo também evolui num processo continuo. (Teoria do Big Bang)
Durante todo este processo evolutivo a mônada atua sobre campos estruturais diferentes , mantendo e criando estruturas, que podem ser de natureza material, etérica, mental, emocional e espiritual. Vamos neste texto comentar sobre a fase evolutiva da mônada nos quatro primeiros reinos, onde ela recebe a denominação de ELEMENTAL. Infelizmente a literatura existente é confusa e muito limitada, na maioria das vezes apresentando uma visão infantil sobre este estágio evolutivo e com poucas informações.

Protetores da Esquerda e da Direita, aponta-nos o caminho certo a seguir

“Um dia, quando a juventude for só uma memória sei que só que me ama de verdade estará ao meu lado “ - (Seu Veludo)

Mérito e demérito - a balança da lei! Esquerda e Direita são importantes


“As coisas mudam, mas isso não significa que elas melhoram. As vezes elas mudam, mas, não quer dizer que tenha melhorado a sensação e muitas vezes ou na maioria delas, a situação continua insuportável” - (Dona Maria Rosa)

Deus criou a beleza, a arte, a música, os amores, os sabores e os prazeres, pra compensar, a dor da existência, o peso do tempo, o medo do fim, a degradação da velhice e o castigo da morte, pois viver e manter-se alegre, confiante, sereno e não enlouquecer com tantas provações, só mesmo com as dádivas que nos anestesiam a alma e nos fazem sentir orgasmos de contemplação ou sensação! - (Pai José de Aruanda)

Servir ao mal e os princípios das sombras, nunca lhe farão bem. Servir ao bem e aos princípios da luz, nunca lhe farão mal. Ser invejoso, nunca lhe trará prosperidade. Ser misericordioso, nunca lhe trará pobreza. - (Pai José de Aruanda)

Esoterismo: Os signos nos horóscopos árabe, indiano e maia

(Inara Negrão/Mundo Estranho)

Para descobrir a influência dos astros na vida humana, tradições antigas lançaram seus zodíacos, baseados num grande cinturão celeste


O zodíaco que conhecemos hoje, ocidental, nunca foi o único. Outas civilizações e culturas também olhavam para o céu e tentavam imaginar a influência dos astros na vida humana.

Para entender a roda acima, é preciso esquecer Copérnico. Convém usar também a imaginação para viajar a um mundo sem computadores de cálculo ou telescópios caseiros a preços acessíveis. A astrologia ignora o fato de que o Sol não se move em torno dos planetas, mas o contrário. A disciplina é geocêntrica e coloca a Terra no centro de tudo, com todos os astros se mexendo em torno dela – que é o que parece ocorrer quando observamos océu daqui de baixo. Foi a partir daí que, em cada tradição, micro e macrocosmo se uniram. Confira mais detalhes sobre cada zodíaco abaixo. 

ZODÍACO OCIDENTAL
(anel verde claro)

Três mil anos atrás, os babilônios olharam para o céu dispostos a acompanhar a trajetória do Sol. Viram que ele nascia próximo de certas estrelas e planetas por um tempo e, depois, mudava de vizinhos. O mesmo ocorria com a Lua: os ângulos que ela fazia variavam. A partir dessa observação, os antigos definiram 12 “retratos” do céu numa sequência que se repete. Assim, dividiram o calendário. O zodíaco é, portanto, o conjunto de constelações que aparecem no caminho percorrido pelo Sol.



ZODÍACO ÁRABE
(anel roxo)
A astrologia sempre foi importante na história do Oriente Médio. O próprio símbolo do Islã, presente na bandeira de vários países muçulmanos e que tem uma Lua crescente colada a uma estrela, é, na verdade, o planeta Vênus. Assim como o zodíaco ocidental, o árabe, criado entre 750 e 1550 d.C., também é composto de 12 signos que descrevem características humanas. Eles são representados por armas curtas, médias ou longas.
Signos:
Punhal: de 21/3 a 20/4
Clava: de 21/4 a 21/5
Maçã de Ferro: de 22/5 a 21/6
Facão: de 22/6 a 22/7
Espada: de 23/7 a 23/8
Faca: de 24/8 a 23/9
Corrente: de 24/9 a 23/10
Punhal árabe: de 24/10 a 22/11
Arco: De 23/11 a 21/12
Lança: de 22/12 a 20/1
Funda: de 21/1 a 18/2
Machado: de 19/2 a 20/3

ZODÍACO MAIA
(anel vermelho)
Os povos maias demonstravam interesse pela astrologia já no ano 800. Assim como os astecas, também observavam as constelações do alto de enormes torres de pedra durante a noite e guiavam seus rituais pelo que viam. Eles usavam um calendário baseado no ciclo lunar, e não solar, que possuía 13 meses com 28 dias cada. Os meses também recebiam o nome de animais selvagens da floresta mexicana.
Signos:
Macaco: de 10/1 a 6/2
Falcão: de 7/2 a 6/2
Jaguar: de 7/3 a 3/4
Raposa: de 4/4 a 1/5
Serpente: de 2/5 a 29/5
Esquilo: de 30/5 a 26/6
Tartaruga: de 27/6 a 25/7
Morcego: de 26/7 a 22/8
Escorpião: de 23/8 a 19/9
Veado: de 20/9 a 17/10
Coruja: de 18/10 a 14/11
Pavão real: de 15/11 a 12/12
Lagarto: de 13/12 a 9/1

ZODÍACO INDIANO
(anel rosa)
Nascido na índia e mencionado nas escrituras sagradas Vedas, o Jyotish nada tem a ver com a astrologia ocidental, exceto pelo fato de possuir 12 signos (rashi) e 12 casas. Seus cálculos se baseiam em estrelas fixas, e não a partir de um equinócio, como no nosso. Na Índia, ainda há escolas de Ayurveda, a tradicional medicina do país, que usam o Jyotish para tratar os pacientes. Eles consideram que conhecer os planetas de influência é um ponto tão importante do exame como, por exemplo, medir o pulso.
Signos:
Mesha: de 14/4 a 13/5
Vrishbaha: de 14/5 a 13/6
Mithuna: de 14/6 a 14/7
Karkataka: de 15/7 a 15/8
Shimha: de 16/8 a 15/9
Kanya: de 16/9 a 15/10
Thula: de 16/10 a 14/11
Vrishkha: de 15/11 a 14/12
Dhanus: de 15/12 a  14/1
Makara: 1de 15/1 a 12/2
Khumbha: de 13/2 a 12/3
Meena: de 13/3 a 13/4



LEGENDAS
1. Como estava o céu em eventos importantes como terremotos ou secas? As respostas deram origem às primeiras associações de signos e fenômenos
2. Eclíptica – assim se chama o desenho que o Sol parece fazer ao redor da Terra, visto daqui. Foi dividida por constelações: a cada uma corresponde um signo
3. Os conjuntos de estrelas cujas formas lembram animais e objetos da Terra foram chamados de constelações e nomeados pela aparência


 Por Marcelo Testoni/mundoestranho.abril.
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